Vendendo Ar
Quando amigos próximos me perguntam o que eu vendo, sempre dou a mesma resposta: "Vendo ar."
O semblante deles se transforma em um grande ponto de interrogação, e então eu explico: o EPS, mais conhecido pela marca registrada Isopor®, é feito de 98% de ar e apenas 2% de poliestireno (plástico).
Logo em seguida, surge aquele olhar que pergunta: "Mas isso dá dinheiro?"
Depois de 14 anos vendendo o "ar", resolvi que este seria o tema do primeiro post do meu blog, "Mundo em Construção".
O EPS foi descoberto na Alemanha em 1949. Talvez por isso o mercado europeu de EPS esteja avaliado em US$ 2,25 bilhões em 2024, com previsão de crescimento de 5,7% até 2031. Para se ter uma ideia, o mercado brasileiro de poliestireno expandido gerou uma receita de US$ 690,8 milhões em 2024 e deve alcançar US$ 1,06 bilhão até 2033
Esses números, por si só, já respondem à pergunta se o EPS dá dinheiro ou não. A verdade é que, quando, em 2012, um dos gerentes comerciais da antiga Isoeste (hoje Kingspan Isoeste) me falou sobre vender "isopor", minha primeira reação foi perguntar, de forma tímida: "Pra que usam isso na obra?".
Hoje, o EPS é uma tendência forte na construção. Ele é usado em uma infinidade de sistemas construtivos, como painel monolítico, ICF, Blocom, SIP e Capoto. O motivo dessa popularidade é simples: o EPS oferece benefícios que toda obra precisa:
- Isolamento térmico e acústico
- Rapidez de execução
- Redução do custo global (obra pronta)
- Sustentabilidade
- Durabilidade e desempenho estrutural
- Flexibilidade arquitetônica
Mas construir casas é apenas um peixinho no vasto mar de soluções que o EPS oferece. Depois de 14 anos vendendo o "ar", minha missão é ajudar você a entender o verdadeiro valor das nossas soluções.
Ficou com alguma dúvida sobre o uso do EPS na sua obra? Entre em contato, terei prazer em conversar com você. Ou, se preferir, continue acompanhando o nosso blog Mundo em Construção.
Fontes:
- Business Market Insights
- Grand View Horizon"